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Drones profissionais investidos: SAI será responsável pela internacionalização da Nuvem UAV 



Os drones profissionais de alta performance da Nuvem UAV Indústria de Aeronaves são a mais nova aposta da SAI - Serviços Aéreos Industriais. O anúncio do novo investimento foi feito pela Nuvem UAV em suas redes sociais. “Orgulhosamente, anunciamos que fomos investidos por uma empresa de tamanho porte e reconhecimento no mercado”, escreveu. 


A Nuvem UAV existe desde 2007 como um projeto idealizado por seu fundador e atual CEO Alexandre Mainardi, que viu nos drones profissionais a oportunidade de juntar a paixão de voar com a de programar, formalizando o projeto oficialmente como empresa 4 anos mais tarde em 2011. Desde então a Nuvem UAV Indústria de Aeronaves desenvolve e fabrica drones de alta performance aliando qualidade, produtividade e custo.




Já a SAI é uma empresa aeronáutica de serviços aéreos especializados, classificada na Categoria “A” como Empresa de Aerolevantamento junto ao Ministério da Defesa. Desde 2004, os serviços são prestados dentro e fora do Brasil e a experiência nacional e internacional adquirida pela empresa, deu condições para o aprimoramento dos produtos oferecidos, atendendo assim os mais altos padrões de qualidade. 


Experiência internacional é o que não falta no histórico da empresa aeronáutica. Os mercados atendidos pela SAI são o da América Latina, América Central, Caribe e África, com escritórios sediados em Fort Lauderdale (USA) e Bogotá (Colômbia). 



Histórico da negociação 


A história do investimento começou quando o sócio da Nuvem UAV, o diretor comercial Roberto Ruy, começou a trabalhar com a SAI em um projeto de mapeamento aéreo com drone na cidade de São Paulo. 


De acordo com Alexandre Mainardi, CEO e fundador da Nuvem UAV, a SAI estava investindo em drones muito mais caros e menos eficientes do que os de sua indústria. Foi nesse momento que o interesse da SAI começou. “A SAI demonstrou interesse de investir nesse mercado por ser um mercado complementar ao da empresa. A gente produz os drones e eles usam os drones”, explica Alexandre. 


Além disso, a empresa que também trabalha com drones, viu na Nuvem UAV um potencial internacional e entendeu seu momento de conquistar outros mercados. “A empresa viu que a gente estava em um momento de escalonar. Viram um potencial e quiseram ajudar na expansão de novos negócios, principalmente aqui na América Latina”, detalhou o fundador. 



Indústria de drones em expansão 


O objetivo inicial do investimento é profissionalizar o modelo de negócios da indústria de drones e gerar uma expansão do mercado. A SAI atua fortemente na América Latina, tendo pontos de atuação na Argentina, Chile, Equador, México, Paraguai, Peru, entre outros países. A ideia da Nuvem UAV é ir até esses pontos já dominados pela SAI e transformá-los em pontos de revenda dos drones.


Expandindo investimentos na cadeia de drones na América Latina, mais pessoas terão acesso aos produtos e, consequentemente, eles podem ficar mais baratos. Além disso, a cadeia de peças de reposição, suporte e manutenção também irá aumentar. 



Novos mercados, novos clientes 


A SAI e a Nuvem UAV vão somar forças e não dividi-las, já que possuem o mesmo DNA e são duas empresas de aerolevantamentos prontas para conquistar o mundo. 


Mentoria, expansão de networking e venda com representantes internacionais são metas que a SAI irá cumprir e já está colocando em prática junto com a indústria de drones. “Eles sempre conhecem alguém que trabalha com drones, alguém que usa os drones no dia a dia, então a SAI trabalha expandindo a nossa rede de contatos”, comentou o CEO da Nuvem UAV. 



Lembrando que a SAI conta com mais de 90 profissionais altamente capacitados e especializados, formando assim uma equipe multidisciplinar. Em solo nacional e em outros países, a empresa conta com cartógrafos, geógrafos, agrimensores, engenheiros agrônomos e topógrafos. E, agora, pode contar com uma fábrica de drones que promete uma excelente atuação no mercado internacional. 



Inovação e parceria na pandemia 


O novo e velho pensamento de que a crise também é sinal de oportunidade foi levada muito a sério pelas empresas, que enxergaram em plena pandemia uma possibilidade de firmar novas parcerias, inovar em seus produtos e ir em busca da sonhada internacionalização. 


A alta do dólar também é um fator que favoreceu o mercado de drones. Isso porque seus principais clientes trabalham com agricultura e exportação.


O que isso tem a ver com drones? Tudo! De uma forma bem simplificada: a alta do dólar é positiva para empresários que vendem sua mercadoria para o exterior.


Eles ganham mais dinheiro e, consequentemente, podem investir ainda mais em novas tecnologias do campo, como os drones de alta performance




Enquanto os últimos meses foram um verdadeiro trauma para alguns empresários, para a Nuvem UAV foi um momento de fortalecimento e venda. “Nosso setor, por incrível que pareça, está tendo os melhores meses. Isso nunca aconteceu na história da empresa. E o nosso setor tem essa vantagem de ser baseado principalmente no setor da agricultura”, explica o CEO da indústria. 


Além disso, a Nuvem UAV se beneficia com a sua produção nacional de drones. “Outros produtos que são 100% importados acabam ficando mais caros, ao contrário dos nossos. Grande parte da mão de obra ainda é nacional, então a gente acaba sofrendo um pouco menos com essa oscilação”, explica.  



Drones profissionais com potencial internacional


Hoje, a Nuvem UAV conta com 2 drones profissionais em sua linha de produção. Com decolagem, navegação e pouso automáticos, um dos produtos é o Drone Batmap. O produto possui 3 horas de autonomia, proporcionando uma maior área de cobertura por voo. É possível realizar o mapeamento até 10.000 ha em um único voo. 


O Batmap possui câmera de 24.3 mp, lente de foco fixo, que garante mais resolução para uma maior área de cobertura por imagem. Além disso, possui câmeras termais, multiespectrais e hiperespectrais.


Outro drone profissional muito vendido pela indústria é o Drone Spectral. Desenvolvido para ser eficiente, o Spectral possui design compacto e autonomia real de 60 minutos. Sua estrutura é feita em fibra de carbono e possui decolagem e pouso automáticos. Trata-se de um drone leve, compacto, com frame dobrável e sensores intercambiáveis. 


Engana-se quem acha que o Spectral é mais parecido com outros drones vistos por aí. Isso porque devido ao seu sensor RGB ou multispectral, o Spectral é quatro vezes mais eficiente que os drones convencionais.



Indústria de Drones em Presidente Prudente


O fundador da empresa, Alexandre Mainardi, explicou que os clientes podem esperar mais qualidade com o novo investimento da SAI e, futuramente, um aumento no portfólio de produtos da empresa. 


Se os drones fazem parte da sua vida, está na hora de conhecer melhor a Nuvem UAV. Hoje, a empresa está localizada na cidade de Presidente Prudente, interior de São Paulo. Mas, com o novo investimento da SAI, sua expansão em outros países logo se tornará palpável e irá muito além do Oeste Paulista. 



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